5 passos para aprender a tocar cavaquinho 

 

Por acaso você anda interessado em aprender mais sobre cavaquinho, e principalmente, como tocá-lo? Não tem encontrado as informações que precisa, ou acha que é difícil demais?

Bom, vamos desmitificar isso agora!

Antes de sair tocando cavaquinho por aí, é importante entender algumas coisas a respeito desse fascinante instrumento. Lembre-se que antes da prática é importante ter conhecimento, afinal, ele forma nossa base.

Fica comigo e vou te explicar o que você precisa saber – além de te ensinar 5 passos essenciais para aprender a tocar cavaquinho. Confere as dicas…

Mas até o fim desse artigo eu vou te apresentar um curso de cavaquinho do Dudu Nobre, pra você que deseja fazer uma aula de cavaquinho, vai ser excelente.

 

Conhecendo o cavaquinho

 

Você sabe pra que serve o cavaquinho?

Ele é um instrumento de pequena dimensão, da família dos cordofones. Tem origem portuguesa, e é bastante difundido no Brasil (principalmente no samba e choro).

Pode ser utilizado em solo, ou como base (mais frequente). Quando utilizado como base ele acompanha outros instrumentos, como violão, flauta, clarinete, bandolim, e outros, servindo como “preenchimento” – o que promove certo diferencial.

Em conjunto com a flauta e o violão, o cavaquinho formou um conjunto que originou o “choro”, mais tarde tornando-se gênero musical.

O cavaquinho é composto pelas partes abaixo:

Possui 04 cordas, que são contadas de baixo para cima, responsáveis pela afinação do cavaquinho (sendo a afinação mais usada a “Ré-Sol-Si-Ré”, a partir da corda mais grossa (4,3,2,1) para facilitar a harmonia dos acordes).

 

 

Afinação é um tema muito discutido durante o aprendizado de qualquer instrumento de corda, sendo fundamental para isso ter um ouvido bem treinado.

Um toque importante: Fique atento ao material do cavaquinho quando for comprá-lo. O som de um compensado de MDF não possui a mesma qualidade de um cavaquinho produzido com imbuia ou jacarandá.

Mas é claro, você precisa fazer um curso de cavaquinho para aprender a tocar bem de verdade, e tenho certeza que aprender a tocar cavaquinho com Dudu Nobre, vai te levar para outro patamar na música.

Agora que você conhece a composição básica, vamos às dicas…

 

#Dica 01: Entender notas e acordes

 

Notas e acordes são coisas diferentes, e você precisa saber diferenciar as duas.

O cavaquinho possui as 7 notas tradicionalmente conhecidas: Dó – Ré – Mi – Fá – Sol – Lá – Si, que são reproduzidas quando você dá um toque em uma delas.

Já os acordes são conjuntos de notas agrupadas. Cada acorde é formado por três ou mais notas (por exemplo, o acorde dó maior: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó). Logo, uma sequência de acordes forma as partes de uma música.

Os acordes mais comuns são os maiores: C = Dó, D = Ré, E = Mi, F = Fá, G = Sol, A = Lá, B = Si, e devem ser montados no cavaquinho com os dedos bem posicionados (sempre próximos ao traste – nem em cima, nem muito afastado).

Isso garantirá a melhor qualidade do seu som.

 

#Dica 02: Posicionamento das mãos

 

Você precisa aprender a seguir rigorosamente a batida da composição se quiser acertar uma música no cavaquinho. Para pegar a cadência, o ritmo, da batida você deve posicionar corretamente as suas mãos.

Se você é destro, os dedos da sua mão esquerda serão utilizados para encaixar os acordes, um dedo em cada corda, sem encostar um no outro para não comprometer a harmonia do som.

Seu dedo polegar será responsável por apoiar o braço do instrumento.

Sua mão direita será utilizada para segurar a palheta (que irá tocar as cordas). Usando o dedo indicador e o polegar, você desliza a palheta sobre as cordas, sem muita força, para cima e para baixo, e o som será reproduzido.

É preciso atenção, pois o posicionamento errado da mão ou do braço pode abafar o som e atrapalhar a qualidade da música.

 

#Dica 03: Encadeamento de acordes

 

Para uma boa música é preciso haver harmonia, ou seja, diferentes notas trabalhando juntas em sintonia. Para isso é preciso seguir algumas normas de composição.

Cada acorde, de forma individual ou em grupo, tem uma função específica: repouso, movimento, aproximação, afastamento. E quando estão juntos, precisam seguir uma sequência harmônica para acompanhar determinada música.

Exemplo de sequência harmônica:

  • Dó Maior (C):C G Am Em F Em Dm G7.
  • Ré Menor (Dm):Dm D7 Gm A7 Dm A7 Dm.

Portanto, você precisa começar a entender sobre encadeamento de acordes (que são essas sequências harmônicas), dessa forma você dominará os tons mais utilizados.

 

#Dica 04: Estudo da teoria musical

 

Não dá pra sair tocando sem antes entender sobre teoria musical: Cifras, batidas, escalas, exercícios… São conhecimentos básicos!

Conhecer as propriedades dos sons (altura/entonação das notas, duração, intensidade/volume, timbre), bem como a melodia, harmonia, e ritmo, são características fundamentais para quem quer aprender a tocar um instrumento, incluindo o cavaquinho.

Pode parecer mais empolgante partir para a prática, mas não é possível executar a prática sem a teoria. Entender o que são notas sustenidas, notas naturais, bemóis, faz parte do processo.

Do mesmo modo, é preciso aprender a ler a notação musical, pois as notas musicais são escritas em partituras, compostas por pautas (aquele conjunto de linhas e espaços). As linhas (de baixo para cima) representam as notas E, G, B, D, F; e os espaços representam as notas F, A, C, e E.

 

#Dica 05: Pratique!

 

Alguns exercícios são fundamentais para sua evolução, pois ajudam a melhorar sua habilidade e a flexibilidade da musculatura dos dedos.

Você pode praticar exercícios para melhorar sua palhetada e digitação no cavaquinho, para melhorar sua agilidade, para melhorar sua articulação, para melhorar a troca de acordes, para fortalecer os dedos, etc.

No próprio YouTube você consegue encontrar vídeos ensinando como se exercitar nas mais diversas fases. Existem exercícios para dois, três, e quatro dedos, sendo cada variação importante.

Poucos alunos dão importância aos exercícios, mas mal sabem que a ausência deles pode fazer com que a evolução seja mais lenta, pois a velocidade e precisão não serão trabalhadas.

Lembre-se que a perfeição vem com a prática. Só é possível aperfeiçoar treinando!

 

Agora é contigo! Aproveita as dicas acima e começa a colocar em prática agora.

Abraço.

Como Controlar a Ejaculação Precoce

Então Vamos Curar a Ejaculação Precoce?

Você tem enfrentado problemas na hora “H”? A ansiedade está atrapalhando seu rendimento sexual? Calma, não fique constrangido… Esse problema é absolutamente normal, e acontece com mais frequência do que você imagina (e com homens das mais diversas idades)!  E nesse post de hoje, vou compartilhar com você dicas para controlar a Ejaculação Precoce

Agora que você sabe que não é o único a passar por esse constrangimento, eu quero te ajudar a entender melhor porque isso acontece, e o que você pode fazer para aprender como controlar a ejaculação precoce e vamos compartilhar com você O Segredo Nº 1 dos Atores Pornô.

Quer entender melhor sobre o que é, como identificar se você possui, como controlar, e quais os tratamentos para a ejaculação precoce? Então continue lendo…

 

Mas afinal, o que é Ejaculação Precoce?

 

Ejaculação Precoce ou Rápida é uma das disfunções sexuais masculinas mais frequentes, principalmente entre os homens mais jovens. Nada mais é que chegar ao orgasmo e ejacular antes do desejado, devido à falta de controle durante o ato sexual.

Segundo a Associação Americana de Psiquiatria, ejaculação precoce é: “uma ejaculação persistente ou recorrente, com estimulação sexual mínima, antes, durante ou rapidamente após a penetração vaginal, sem o desejo para tal”. Ou seja, o homem com ejaculação precoce é incapaz de controlar voluntariamente a vontade de ejacular.

Esse impulso indesejado pode acontecer por diversos motivos, mas quase sempre está relacionado a causas psicológicas, como: ansiedade, estresse, depressão, deficiência no aprendizado sexual, medo de perder a ereção, etc. E raramente está ligada a síndromes neurológicas graves, como esclerose múltipla.

A sensação de descontrole acaba causando um impacto negativo na vida sexual, por isso conhecer mais sobre o tema, e o que fazer a respeito, torna-se absolutamente importante.

 

Como sei se realmente tenho Ejaculação Precoce?

 

Existem alguns critérios envolvidos no diagnóstico da Ejaculação Precoce, que não é difícil de ser descoberta. Você pode observar, por exemplo, se:

  • Tem a sensação de estar ejaculando mais rápido do que gostaria;
  • Tem a sensação de que não consegue controlar a ejaculação;
  • Percebe que essas sensações estão atrapalhando sua vida sexual e seu relacionamento afetivo.

 

Pesquisadores analisaram o tempo entre a penetração vaginal e a ejaculação. Eles perceberam que homens que têm esse tempo menor que 1 minuto apresentam ejaculação rápida – apesar de alguns urologistas discordarem disso.

Alguns especialistas também afirmam que ao ejacular antes do pênis penetrar dez vezes na vagina, é um sinal de ejaculação imatura.

Mas o tempo e penetração não são os únicos aspectos a serem considerados. O diagnóstico é feito com base no relato pessoal e na história clínica.

É preciso levar em consideração que isso pode acontecer tanto no ato sexual em si, como durante a masturbação.

 

Como controlar a Ejaculação Precoce

 

É preciso ter conhecimento sobre as sensações que seu corpo dá de que está ficando excitado. Alterações como: elevação dos testículos, contração do pênis, respiração acelerada, coração acelerado, indicam a excitação.

Ao identificar o começo dessas sensações, é preciso atrasá-las conscientemente, antes da vontade de ejacular – O que não é possível em um homem com ejaculação imatura.

Para ajudar nisso, existem os exercícios corporais e exercícios sexuais.

 

  • Exercícios corporais: Banho relaxante, Massagem terapêutica, Atividade física regular, ajudam a conseguir o relaxamento ideal.

 

  • Exercícios sexuais: Técnicas feitas individualmente ou com ajuda da parceira, como:

 

Stop-Start: Ao sentir vontade de ejacular, pare, respire profundamente, e interrompa a excitação.

Squeeze: Durante a masturbação, no momento em que a excitação estiver alta, interrompa e aperte o pênis na região logo abaixo da glande.

Foco sensorial I: Com a parceira, desenvolvam contato íntimo, explorando toques, áreas, e intensidades, sem incluir os órgãos genitais e sem penetrar. Isso ajuda a reduzir a ansiedade relacionada ao desempenho sexual.

Foco sensorial II: Seguindo os mesmos passos anteriores, ampliem o contato estimulando criativamente as áreas genitais.

 

  • Exercícios cognitivos: Fazer uso de fantasias mentais para se estimular, ao mesmo tempo em que controla o tempo da sua ejaculação (com pausas), ou caso esteja com sua parceira, tentar mudança de posição, ou retirada do pênis antes da hora. Pensar em coisas desestimulantes durante o sexo também ajuda a reduzir o estímulo sexual.

 

Essas técnicas são terapêuticas e costumam durar em média 15 sessões. É importante conversar com sua parceira e contar com o apoio dela (deixando qualquer constrangimento de lado!).

Se você é muito jovem, por vezes é preciso esperar seu amadurecimento, pois normalmente o problema envolve ansiedade e nervosismo, requerendo que você treine o controle de suas emoções.

Pode tentar, inclusive, masturbar-se antes do ato sexual para atrasar a ereção e evitar a penetração rápida.

Não se cobre, nem fique obcecado em ter o melhor desempenho de todos! Tente manter a calma, conversar abertamente com sua parceira, e trabalhar sua autoconfiança. Lembre-se que existem várias maneiras de obter e dar prazer além da penetração. Explore isso!

 

 

Modalidades de Tratamento da Ejaculação Precoce

 

Existem três modalidades de tratamento para a Ejaculação Precoce:

 

  • Psicoterapia: Ajuda a prolongar o tempo entre a penetração e a ejaculação, favorecendo uma vida sexual satisfatória para o casal. Quando o homem faz a psicoterapia, o índice de sucesso é alto – normalmente solicitam a presença da parceira também.

 

  • Antidepressivos, Anestésicos tópicos: Não são a primeira escolha para tratamento. São utilizados para atrasar a ejaculação, mas este tratamento é apenas paliativo, pois ao parar de tomar os remédios o problema retorna.

 

  • Psicoterapia + Uso de fármacos: Os dois métodos podem ser associados e utilizados juntos quando apenas um deles não está funcionando como esperado.

 

Encontramos também esse vídeo abaixo que vai te ajudar a entender melhor sobre o assunto:


Seja qual for sua situação atual, não se desespere! Aproveite e compartilhe esse conteúdo com algum amigo, e não esqueça de retornar para saber mais novidades!

Abraço!